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Isildinha Baptista Nogueira

Mestre em Psicologia Social pela PUC-SP e doutora em Psicologia Escolar e Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo (USP). Fez sua formação em psicanálise nos Ateliers de Psychanalyse, em Paris, com Radmila Zygouris, uma das fundadoras da instituição. Professora no Instituto Sedes Sapientiae. Foi indicada ao Prêmio Jabuti de Literatura na categoria Ciência pelo livro “A cor do inconsciente: Significações do corpo negro”. É psicanalista e pesquisadora.

Programação

9h

Palestra: Cuidar em tempos de violência: o adulto como referência, amparo e limite

Com Isildinha Baptista Nogueira 
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10h30

Café

11h

Rodas de conversa
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Palestra de abertura

Horário: 9h  •  Local: Teatro
Não há necessidade de inscrição para a palestra

Cuidar em tempos de violência: o adulto como referência, amparo e limite

Vivemos uma época na qual os temas que envolvem a experiência na escola e na família de nossos estudantes, seus filhos e filhas, têm atravessado nossas rotinas com força e presença. Nada mais importante para manter e fortalecer a potência e os vínculos necessários em tempos complexos do que o encontro, o diálogo e a reflexão conjunta.
 

​Planejamos o encontro de 2026 novamente a partir dos temas presentes nas reuniões de alunos, familiares e educadores com a orientação educacional.  ​
 

Neste ano, teremos uma palestra de abertura com a participação de Isildinha Baptista Nogueira. Após esse momento, as famílias participarão, de acordo com sua preferência, de rodas de conversa mediadas pelos orientadores educacionais do Colégio e com a participação de especialistas convidados.

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Rodas de Conversa

Horário: 11h  •  Local: Prédio do Ensino Médio
O limite de vagas por encontro é de 50 participantes.

  • Claudio Thebas

    A escuta entre a piada e o bullying: humor tem limite?

     

    Procurando responder a essa pergunta, o escritor, palhaço e educador Cláudio Thebas contará um pouco de sua experiência como pioneiro na educação para a escuta de si e do outro como forma de prevenção da violência e da criação de campos de autenticidade, compaixão e empatia. 

    Claudio Thebas é educador, escritor e, fundamentalmente, palhaço. É idealizador de vários projetos de conexão humana e transformação social. Seus livros ultrapassam a marca de 1 milhão de exemplares vendidos em quatro países.

  • Paula Fontana Fonseca

    Conflitos e convivência escolar: atenção e tensão na prática educativa

    A escola é um espaço de encontro onde diferentes gerações e perspectivas se cruzam. Esse exercício é tão fundamental quanto desafiador: ao mesmo tempo que apresenta aos estudantes um mundo compartilhado de saberes e experiências, a pluralidade exige abertura para a alteridade. Estar atento ao outro e às diferenças pode tensionar certezas, mas será que não é justamente nesse ponto que a educação acontece?

    Paula Fontana Fonseca é mestre em Psicologia (IPUSP) e doutora em Educação (FEUSP). Atua como psicóloga no Serviço de Psicologia Escolar do Instituto de Psicologia da USP e como pesquisadora no Laboratório de Estudos e Pesquisas Psicanalíticas e Educacionais sobre a Infância (Lepsi/USP). Autora de artigos e livros, entre eles “Venha conhecer o mundo: subjetividade e experiência na educação infantil”, publicado pela Panda Books.

  • Patrícia Bohrer Pereira Leite

    Desejamos a formação de leitores autônomos e críticos, mas somos desafiados ao acompanhar os caminhos de liberdade necessários para a aprendizagem e o pleno desenvolvimento das crianças e jovens

    A escola é um espaço de encontro onde diferentes gerações e perspectivas se cruzam. Esse exercício é tão fundamental quanto desafiador: ao mesmo tempo que apresenta aos estudantes um mundo compartilhado de saberes e experiências, a pluralidade exige abertura para a alteridade. Estar atento ao outro e às diferenças pode tensionar certezas, mas será que não é justamente nesse ponto que a educação acontece?

    Patrícia Bohrer Pereira Leite é psicóloga clínica e psicanalista. Membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise – Instituto de Psicanálise de São Paulo. Mestre em Psicologia Clínica e Psicopatologia pela Universidade de Paris V – Sorbonne e especialista em Técnicas de Saúde Mental pela Universidade de Paris XIII. Coordenadora e assessora de projetos sociais e educacionais de promoção da leitura literária em diferentes contextos da realidade brasileira para crianças e jovens. Iniciou seu trabalho com ações culturais de mediação da leitura e de literatura em 1983 junto à associação Actions Culturelles Contre les Exclusions et les Ségrégations (ACCES), em Paris, onde trabalhava com mães e bebês de 0 a 3 anos, e também no hospital dia Unité du Soir, da Fundação René Diatkine, para crianças e jovens com desarmonias evolutivas graves (Centro Alfred Binet – Paris XIIIème). Em1997, fundou em São Paulo A Cor da Letra – Centro de Estudos em Leitura, Literatura e Juventude.

  • Pedro Fernando da Silva

    Impactos do bullying e do preconceito sobre a experiência e a convivência na escola.

     

    Esta roda de conversa é um convite às famílias para uma reflexão compartilhada sobre a violência escolar, sobre alguns de seus fatores motivadores, como a reprodução de hierarquias sociais e a necessidade de reconhecimento, e sobre alguns de seus efeitos, como a sensação de não pertencimento e o impulso de se afastar do ambiente ameaçador. Partiremos da pergunta: se a escola é a instituição mais bem preparada para a formação de nossas crianças e adolescentes, por que é justamente nela que muitos deles conhecem violências como o bullying e o preconceito?

    Considerando que a escola não é uma “ilha”, isolada das contradições sociais, pretendemos explorar a ideia de que o bullying e o preconceito podem se assentar justamente na falta de abertura para o contato com o outro. Por isso, pretendemos compartilhar indagações sobre como nós, enquanto comunidade, percebemos e reagimos a essas manifestações no dia a dia da escola, sobre quanto conseguimos nos aproximar dos sofrimentos que elas implicam.

    Neste encontro, buscaremos diferenciar bullying de preconceito, para entender como essas violências podem ser enfrentadas. O objetivo é que a roda de conversa seja um espaço de reflexão conjunta e de troca de experiências sobre como participamos da produção ou do enfrentamento dessas formas de violência escolar.

    Pedro Fernando da Silva é psicólogo, mestre e doutor em Psicologia Social, é docente do Instituto de Psicologia da USP. Atualmente, coordena o Laboratório de Estudos sobre o Preconceito (LaEP) e integra o Núcleo de Estudos e Trabalhos Terapêuticos (NETT).

  • Isabel da Silva Kahn Marin

    O “não” e seus desafios

    Esta roda é um convite para conversarmos sobre o lugar dos limites na educação de crianças e adolescentes, especialmente sobre o sentido do “não” nas relações familiares. A partir da reflexão sobre o “não” que interdita — e, ao fazê-lo, organiza e protege — e o “não” que, quando não é dito, pode desamparar, discutiremos os efeitos dessas experiências na constituição psíquica e nas formas de estar com o outro. Cuidando da circulação da palavra, propomos partilhar compreensões sobre limites, violência e desamparo, pensando como, no cotidiano das famílias, essas dimensões se entrelaçam. Buscaremos refletir sobre os impasses que se colocam para que os adultos ocupem seu lugar na sustentação de limites simbólicos e na oferta de referências, favorecendo a elaboração dos conflitos e a construção de contornos internos que organizam a experiência.

    Isabel da Silva Kahn Marin é psicóloga e psicanalista, é doutora em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Membro da Associação Universitária de Pesquisa em Psicopatologia Fundamental; membro diretora da Associação Brasileira de Estudos sobre o Bebê (Abebê) até 2021; membro sócia fundadora da Associação Brasileira de Psicanálise de Casal e Família (ABPCF). Professora, pesquisadora e supervisora do curso de Psicologia da Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde da PUC-SP nas áreas de família, infância e adolescência. Coordenadora e supervisora no Aprimoramento Clínico-Institucional da Clínica Ana Maria Poppovic, da PUC-SP, na modalidade Psicoterapia de Casal e Família na Perspectiva Psicanalítica. Supervisora clínico-institucional de equipes técnicas e profissionais que trabalham em instituições educacionais, instituições de acolhimento, projetos sociais, serviços de referência e atendimento a vítimas da violência, Varas de Infância e Juventude e/ou Família, serviços de atenção à saúde. Autora dos livros “Febem, família e identidade: o lugar do outro” (São Paulo: Escuta, 2010, 3. ed. rev. e atual.), “Violências” (São Paulo: Escuta, 2002) e co-organizadora, com Regina O. de Aragão, dos livros “Do que fala o corpo do bebê” (São Paulo: Escuta, 2013) e “Quem é o bebê hoje: a construção do humano na contemporaneidade” (São Paulo: Blucher, 2022). Autora de artigos para livros e revistas especializadas.

  • Paulo Endo

    Onde começam, onde terminam e onde moram as violências?

     

    Esta roda de conversa pretende dialogar sobre a percepção das famílias sobre as violências — aquelas que sofremos, cometemos e testemunhamos amparados ou não por crenças, valores e princípios. Pensar juntos e brevemente sobre o protagonismo ou não das famílias e das instituições educacionais num mundo em que pessoas, grupos, empresas e governos vendem, promovem e insuflam violências, mas não sabem como estancá-las, minorá-las ou erradicá-las.

    Paulo Endo é psicanalista e professor livre-docente da Universidade de São Paulo (USP), com doutorado pelo Instituto de Psicologia da mesma universidade (2003). Recebeu o Prêmio Jabuti com a publicação de sua tese, em forma de livro, “A violência no coração da cidade: um estudo psicanalítico” (2005). É coordenador do Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia, Política e Memória do Instituto de Estudos Avançados da USP. Foi bolsista de produtividade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) entre 2016 e 2021. Coordenador de projeto de pesquisa regular da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) para o período 2020-2022. É membro pesquisador da Unit Research on Dreams, Memory and Imagination Studies (Polônia). Foi assessor dos Territorios Clínicos de la Memoria (TeCMe – Argentina) e membro associado da Memory Studies Association (Dinamarca/Holanda/Espanha) e do Grupo Regional Memory Studies Association América Latina. É também pesquisador do GT da ANPEPP Psicanálise, Política e Cultura e do Laboratório de Psicanálise, Arte e Política (UFRGS). Docente do Programa de Pós-Graduação Humanidades, Direitos e Novas Legitimidades (FFLCH-USP). É um dos fundadores e organizadores da plataforma Psicanalistas pela Democracia, criada em 2016. Em 2015, trabalhou como professor visitante na Universidade de Gdansk (Polônia) no contexto dos estudos e pesquisas sobre memória política e social. Realizou pós-doutoramento no Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), entre 2004 e 2005. Membro do Grupo Interdisciplinar Independente de Combate à Tortura e à Violência Institucional da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH), entre 2009 e 2013, e do Comitê Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (CNPCT), entre 2012 e 2013. Entre 2019 e 2021, foi membro titular do Comitê Municipal de Educação em Direitos Humanos de São Paulo. Foi também membro da Cátedra Unesco de Educação para a Paz, Direitos Humanos, Democracia e Tolerância, do Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA), entre 2013 e 2015, e do Conselho Deliberativo do Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Intolerâncias, Diversidades e Conflitos (Diversitas/USP), entre 2010 e 2016.

  • Adriana Marcondes

    Quando a vida me desafia eu dobro a aposta: o discurso da performance e sua relação com o adoecimento na infância e na adolescência

     

    Esta roda de conversa é um convite para pensarmos a respeito das exigências de nossa época e sobre o modo como elas influenciam nossas expectativas em relação a nossos filhos e filhas. Toda educação, escolar ou familiar, trabalha com desejos e possibilidades, mas e quando os anseios se tornam imperativos de performance e requisitos para a fabricação de uma pessoa de sucesso? É possível ser a melhor versão de si mesmo? Todo limão tem as qualidades para virar uma limonada? Frases como essas que escutamos e muitas vezes repetimos para as novas gerações carregam o pressuposto de que para ter uma vida de sucesso bastaria uma autogestão eficiente, mas e quando as coisas não saem como planejamos? Como a ideia de self-made man se sustenta diante de uma nota baixa, uma decepção amorosa, uma frustração, um desentendimento com colegas? Longe de buscar respostas definitivas, a ideia deste encontro é fazer circular a palavra e, ao evidenciarmos os efeitos produzidos pela exigência de desempenho e performance, tornar visíveis algumas concepções que circulam em nosso tempo e que marcam as interações com nossos filhos e filhas.

    Adriana Marcondes é graduada em Psicologia (1984) pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IPUSP), fez mestrado e doutorado em Psicologia Social na mesma universidade. Trabalhou no Serviço de Psicologia Escolar, de 1986 a 2000, como psicóloga. Atualmente, é membro desse serviço e professora da graduação e da pós-graduação do Instituto de Psicologia da USP, no Departamento da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da Personalidade. Trabalha, principalmente, com os seguintes temas: psicologia escolar, pesquisa-intervenção, educação inclusiva, relação saúde-educação.

  • Ismael dos Anjos

    Que tipo de masculinidades estamos construindo e quais são seus impactos nas relações de gênero entre nossas crianças e adolescentes?

    Os meninos brasileiros são criados em um contexto de equidade de gênero? Como a relação com o pai e a mãe afeta as construções das masculinidades? As dores que os meninos sentem se refletem nas dores que eles causam? Essas são algumas das perguntas que vão permear o encontro.

    Ismael dos Anjos é pai socioafetivo do Francisco, jornalista, mestre em Fotografia e consultor sobre equidade de gênero e raça. Cofundador do Instituto de Defesa da População Negra, coordenou “O silêncio dos homens”, pesquisas e documentário que abordam as construções sociais dos homens no Brasil, e foi consultor do “Meninos: sonhando os homens do futuro”. Juntos, Ismael e Isabela Venturoza realizam o curso Masculinidades nas Escolas e facilitam rodas de conversa para adolescentes e jovens.

  • Kelli Angelini

    Quem cuida de quem navega? O paradoxo de conectar crianças ao futuro sem deixá-las sozinhas no presente digital

     

    A internet oferece muitas oportunidades para crianças e adolescentes, mas também traz riscos e perigos que muitas vezes são invisíveis para as famílias. As violências on-line já fazem parte da realidade dos jovens e podem impactar a segurança, a saúde mental e o desenvolvimento deles. Nesta conversa, vamos abordar as principais violências e ameaças presentes nas redes sociais, jogos e aplicativos, e entender o que muda com a nova lei do ECA Digital e como ela ajudará as famílias a proteger seus filhos.

    Kelli Angelini é advogada especialista em Direito Digital e Educação Digital. Autora do livro “Segredos da internet que crianças e adolescentes ainda não sabem”. Mestre em Direito Civil pela PUC-SP, é idealizadora do Projeto Internet com Responsa – Cuidados e responsabilidades no uso da Internet do NIC.br. Especialista no grupo de pesquisas TIC Kids Online e TIC Educação do Cetic.br. 

  • Mariana Rosa

    Se todos os seres humanos são únicos, por que nosso incômodo com a diferença?

     

    Parece próprio da escola estruturar-se para acolher a todos igualmente, sem distinção. Orientados pela ideia de igualdade, partimos da premissa de que todos os indivíduos, únicos em sua natureza, possuem o mesmo valor e devem ser tratados da mesma maneira. Somos iguais, enfim, justamente porque somos diferentes entre si.

    Mariana Rosa é doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Educação da USP. É fundadora do Instituto Cáue e assessora de escolas das redes pública e privada no tema da educação inclusiva. Atualmente, é conselheira do Conselho Nacional de Educação.

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